Hoje, ao abrir a página da internet da Globo estava lá:
Casal de mulheres vai à Justiça para dar seus sobrenomes ao filho.
"Elas são mulheres, vivem juntas há 15 anos e vão se tornar mães em março. A administradora Liliana Quaresma está grávida de 7 meses de um filho que foi gestado a partir de um óvulo doado pela publicitária Stella Amaral. O óvulo foi fecundado pelo sêmen de um doador anônimo. Com quatro sobrenomes - dois de cada uma delas -, o bebê terá, segundo suas futuras mamães, nome de "príncipe": Bento Quaresma Gomes Silva Amaral."“Antes de qualquer discussão sobre relações homoafetivas, queremos que o nosso filho tenha cidadania e direitos, de fato, garantidos pelo estado”, enfatiza Stella. “Eu queria ter um filho da Stella, e gerar o óvulo dela foi a melhor forma de dividir o nosso amor. O Bento é o fruto do nosso amor”, acrescenta Liliana"
Essas são mais uma de inúmeros casais homoafetivos que se expõe em relação a esse assunto.
Até que ponto o governo seria capaz de pensar e agir para que esses registros e também a adoção por casais homoafetivos? É bem dificil né..? pois a partir do momento em que algum parlamentar se manifesta no poder em favor, existe sempre forças hipócritas que surgem contra e não é possível devem comprar o poder judiciário, pois o que adiantam filhos com pais infames, filhos de marginais, precisando tanto de um lar que dê um amor de verdade.
E ai?


Concordo plenamente! Melhor uma criança criada por um casal homo do que uma criança abandonada ou criada por pais relapsos.
ResponderExcluir